A ameaça não silenciosa do assédio moral
- há 1 dia
- 1 min de leitura
Os dados recentes indicam uma aceleração expressiva no número de novos processos por assédio moral na Justiça do Trabalho, que saltaram de 116.732 em 2024 para 142.814 em 2025 — um crescimento de 22,3% em apenas um ano, conforme levantamento do Tribunal Superior do Trabalho.
Esse cenário reforça a importância de estratégias estruturadas de prevenção, com destaque para treinamentos corporativos voltados à promoção de ambientes psicologicamente seguros, liderança responsável e canais eficazes de escuta e denúncia. A atualização das diretrizes de gestão de riscos ocupacionais — agora ampliando o olhar para fatores psicossociais pela NR-1 — exige que as empresas avancem para além do cumprimento formal, adotando programas contínuos de capacitação.
Os impactos do assédio moral, contudo, extrapolam o passivo trabalhista direto decorrente de condenações judiciais. Há riscos reputacionais relevantes, com potencial de afetar a marca das organizações, atração e retenção de talentos e até a relações com investidores.
Além disso, denúncias recorrentes podem ensejar investigações e termos de ajuste de conduta por parte do Ministério Público do Trabalho, ampliando a exposição institucional e financeira da organização.
Portanto, investir em treinamentos preventivos, revisão de políticas internas, fortalecimento da cultura organizacional e mecanismos de governança não é apenas uma medida de compliance, mas uma estratégia de sustentabilidade empresarial.
A Rama tem algumas opções de eventos para tratar do tema: palestras, treinamentos e workshops de prevenção ao assédio moral.





Comentários